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Feira em Barcelona exibe celular com câmera de 12 megapixels

16/02/2009

Aparelho da Sony Ericsson tem nome provisório de Idou.
Modelo será lançado no segundo semestre, por preço não divulgado.


A fabricante de telefones celulares Sony Ericsson apresentou nesta segunda-feira (16), durante o evento Mobile World Congress, um aparelho com câmera digital de 12,1 megapixels. O modelo com nome provisório de Idou será lançado no segundo semestre, por preço ainda não divulgado. O modelo exibido na feira em Barcelona tem tela sensível ao toque e adota sistema operacional Symbian.

 

Modelo apresentado nesta segunda (16) em Barcelona será lançado no segundo semestre, por preço não divulgado. (Foto: Reuters)

Idou tem câmera digital de 12,1 megapixels. (Foto: Divulgação )

Modelo exibido em feira de Barcelona tem tela sensível ao toque e adota sistema operacional Symbian. (Foto: Divulgação )

Fonte: G1 Tecnologia

Robô fica mais inteligente e complexo à medida que 'cresce'.

06/02/2009

Robô fica mais inteligente e complexo à medida que 'cresce'.
Projeto foi desenvolvido na Gordon University de Aberdeen, na Escócia.


Assim como o processo de evolução natural levou o cérebro a crescer e adaptar os seres humanos, em um processo de milhões de anos, para sobreviver melhor, cientistas britânicos criaram um robô cujo software permite uma adaptação e uma melhoria de atividades em questão de horas.
 
O robô, elaborado na Gordon University de Aberdeen, Escócia, aumenta automaticamente sua "inteligência" e complexidade à medida que o mesmo acontece com sua estrutura física.
 
Atualmente, as máquinas não conseguem realizar essas mudanças sozinhas sem redesenhar totalmente seu software, algo que é caro e pouco operacional, por isso o trabalho da equipe de inteligência artificial do professor Christopher MacLeod pode ser de grande ajuda. 
 
"Se realmente queremos construir robôs humanóides complexos com ainda mais sensores e comportamentos mais complexos, é fundamental que possam crescer em complexidade à medida que o tempo passa, como fizeram as criaturas biológicas", afirma MacLeod em artigo publicado no último número da revista "New Scientist".
 
Novos 'neurônios'
 
O programa de informática do robô desenhado na universidade escocesa atribui de forma automática novos grupos de "neurônios" destinados a adaptar seu funcionamento aos novos elementos que forem incorporados à sua estrutura original. 
 
Uma rede neural controla o robô através de um software formado por uma série de nódulos de processadores interligados que podem ser programados para realizar as ações desejadas. 
 
Por exemplo, segundo explica o artigo da "New Scientist", se o objetivo é manter o equilíbrio e o robô receber em seus sensores o sinal de que está caindo, a reação será movimentar suas extremidades para tentar se manter de pé. 
 
Se continuar de pé, a combinação de ações que foram necessárias para isso serão guardadas nos processadores, mas se não conseguir e cair, o robô fará novos ajustes e tentará algo diferente quando voltar a ocorrer o problema. 
 
Encontrar a melhor combinação não é fácil, admitem os pesquisadores, por isso foi empregado um algoritmo evolutivo para ajudar o sistema de controle a se adaptar da melhor maneira. 

Fonte: G1 Tecnologia

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